sábado, 1 de junho de 2024

IYALODE ESU de ISEYIN

 


 01/06/2024

Pode ser uma imagem de 2 pessoas e texto

ÌYÁ ÈṢÚWẸ̀MÍMỌ́ - ÌYÁLÓDE ÈṢÙ OF ÌSẸ́YÌN

Éépà Èṣù! Kábíèsí o.
Èṣù kìí ṣe Sátánì.

A homenageada do Ọ̀sẹ̀ Èṣù de hoje é uma das mais antigas, respeitadas e célebres Ìyá Èṣù que a Nigéria possui, Ìyá Èṣúwẹ̀mímọ́, Ìyálóde Èṣù da cidade de Ìsẹ́yìn, no estado de Ọ̀yọ́, na Nigéria.

Respeitada em muitas cidades da Nigéria, é chamada para consagrar nigerianos e estrangeiros para o Òrìṣà Èṣù em muitas famílias de Òrìṣà, foi ela quem consagragou a Èṣù o saudoso Baálẹ̀ṣù da cidade de Ìbàdàn, Bàbá Èṣúníyì. E grande parte dos estrangeiros que vão a Nigéria se consagrar a Èṣù, o fazem através dela.

Ìyá Èṣúwẹ̀mímọ́ já é uma àgbà (anciã), mas segue firme e forte preservando e disseminando o culto ao Òrìṣà Èṣù pela Nigéria e através de seus ọmọ awo, pelo Mundo.

Meus respeitos a uma das mais célebres Ìyá Èṣù do Mundo.

Èṣù á gbè wá ooo!

@hericklechinski
@ilesinesuagunbiade

✒️ Hérick Lechinski

Fonte: Facebook.

https://www.facebook.com/photo/?fbid=7744435968966409  

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Nota do blog.

A cantiga "Lanã que já osi Iyalode" que alguns tamboreiros do batuque cantam para Bará, é completamente equivocada.

Primeiro, porque essa cantiga é de Nanã, no candomblé, e não Lanã.

Segundo, porque Iyalode é um título feminino; não tem nada a ver com Bará Lôde.  

sexta-feira, 31 de maio de 2024

POLÊMICA SOBRE O QUE A NAÇÃO CABINDA CULTUA

Coletamos esta postagem do Alessandro Munniz, publicado em 28/05/24, no grupo Nação Cabinda RS, abordando o tema Banto, o que nos fez pensar que o autor possivelmente estivesse vinculando a Kambina (atualmente conhecida por Cabinda) do pai Waldemar, com o povo Banto.

Apesar de já ter ficado claro que a Kambina do pai Waldemar é Nagô, no entanto, o que chamou a atenção foi a participação do Luis, que por ser iniciado numa religião Banto, trouxe esclarecimentos importantes para os estudos das Nações Afro-brasileiras.


Vejamos:

"Boa tarde , ouvi dizer que a nação cabinda cultua um misto de orixá da ijexá e os voduns da jejê , isso é verdade ?muitos acham que ela deveria cultuar os minkisi por estar em Angola e Congo."

Os comentários a seguir:

Luis Alves

Cabinda do Rio Grande do Sul ou o batuque era conhecido como para… porém acredito eu que vem dos antigos cultos de cabinda Congo, e por conta da aglutinação de religiosidades passou a ter seu próprio sistema.

Mas, cabinda! Se referindo ao povo banto, eles tem o culto a mahamba, nkice, ankulu!

 

Luiz L. Marins

Mas a nação Kambina do batuque cultua orixás, não tem nada a ver com nkisse de Angola / Congo.


Erick Wolff

[Luis Alves] sobre a kambina (atualmente conhecida por Cabinda) do pai Waldemar, Cabinda (banto) e a Kabinda (banto), esclareço e forneço depoimentos importantes de famílias do sul e documentos estrangeiros.

A KAMBINA NAGÔ E O KAMUKA NA NIGÉRIA

https://loja.uiclap.com/titulo/ua49154/

 

Luis Alves

[Erick Wolff] interessante, bom não tento vivência na cambinda do Rio Grande do Sul!

Mas faço parte de um culto Congo, cabinda! Que é banto, não é batuque!

E Congo cabinda, Salavá


Erick Wolff

[Luis Alves] ok, compreendi, porém neste caso, não há nenhuma ligação com a Kambina (atualmente conhecida por Cabinda) do pai Waldemar, se trata apenas de uma homofonia.

 

Luis Alves

[Erick Wolff] não, não existe vínculos.

A tanto que o kabinda, Congo, Angola que eu faço parte não existe nagocentrismo… nem aglutinação com outros cultos.

A minha religiosidade e voltada a hamba, mahamba, e a bakulu!


Erick Wolff

[Luis Alves] de fato o foco do nosso trabalho no livro foi pontuar as diferenças e que não há nenhuma ligação entre a Kambina do Batuque e o povo banto.


Fonte - https://www.facebook.com/groups/1444295859135612/permalink/3767227150175793/?rdid=3TVr01MUF6fQwMbT&share_url=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fshare%2Fp%2FCLab6QGM45CdyGo5%2F 


terça-feira, 21 de maio de 2024

ESCLARECIMENTOS DO BABA E HISTORIADOR ANDRÉ COUTINHO NO PROGRAMA AXÉ RESGATE E TRADIÇÃO

Este ensaio tem por finalidade registrar os principais trechos, das pesquisas e estudos do historiador e pesquisador André Coutinho.

Numa roda de antigos e novos integrantes do Batuque, o historiador fala sobre os seus estudos e pesquisas que contribuem para a historia e memorias do Batuque do Rio grande do Sul.

Vejamos:

IDENTIDADE DA PRINCESA DO OYO, DO BATUQUE.

Neste trecho, o historiador Coutinho, informa que não são conclusivas as pesquisas e dados que possuem sobre a Princesa do Oyo, do Batuque.


O OXALÁ QUE ATUA MILAGRES
Neste trecho, o historiador Coutinho, narra estar de posse de um orixá, que diante um caso de morte, contesta a fala dos sacerdotes e de certa forma das demais divindades.
Porem, durante a live não informa a origem, nem de quem foi herdado.

30 TIPOS DE AMALÁ
Neste trecho, o historiador Coutinho informa a existência de mais de 30 tipos de amalá que ele conhece.

OS BICHOS DO ARISSUN
Neste trecho, o historiador Coutinho e os integrantes falam sobre os bichos do arissun.

ARISSUN DE BORI
Neste trecho, o historiador Coutinho, fala sobre rituais do arissun para quem possui apenas o bori.

QUATRO PÉS NO ARISSUN
Neste trecho, o historiador Coutinho e os integrantes falam sobre os quatro pés no arissun.
Vídeo na integra:



TIKTOK ERICK WOLFF