terça-feira, 12 de novembro de 2024

CONHEÇA OS DIOLA

Senegal: Região de Casamance e a Etnia Diola, circuito clássico





Conheça a lenda dos Diola
Casamance é um extenso território de selvas de mangais e ilhas fluviais localizado no sul da Gâmbia, mas que “oficialmente” pertence à República do Senegal. 
 
Os seus habitantes autóctones são os “diola”. 
 
São animistas e conservam cuidadosamente as suas tradições e cultura. 
 
Os diola formam uma etnia à parte. Tanto a sua língua, como as suas tradições e origens diferem completamente do resto das etnias do Senegal. 
 
Dedicam se ao cultivo de arroz e à colheita de vinho de palma, têm um profundo conhecimento da fauna e flora, assim como da linguagem das plantas e da agricultura tradicional. 
 
O bosque e os canais do rio Casamance (bolongs) não têm nenhum segredo para eles.

terça-feira, 29 de outubro de 2024

ESTUDO DE CASO: A CANTIGA ALAGBE NO BATUQUE

Neste vídeo, publicado no Tiktok, no perfil do @paiandredeagandju.

Nele o Tamboreiro Alabê Lulú de Aganjú, informa que esta seria uma cantiga para Alagbe (nome ao qual nos tamboreiros atualmente se denominam).


"Série Cantigas esquecidas no batuque - parte 2
Por Babalorixá André de Xangô
Postado em 28/10/2024"


Dos comentários coletamos alguns:


Erick Wolff8
[@PaiJuliodeOxum] por gentileza, sabe a origem desta orin, onde ele foi buscar e quanto ele introduziu a orin no Batuque?

PaiJuliodeOxum
Não está correta a informação! Essa cantiga só era utilizada na família do Antônio Carlos de Xangô por introdução dele

Alabê Pantiovila
O mestre utilzou apenas para uma apresentação no seu dvd, depois dai foi adotado. mas na escola antiga não tivemos esse ensinamento pelo menos nos ultimos 20 anos. Axé a todos🙏

Alabê Lulú de Aganjú
É, uma das rezas que eu aprendi pra este caso foi essa mano veio. Tanto que é utilizada na Goa dele até hoje pelo que sei e já vi. Vou catar um aqui pra compartilhar. Abração 😉

Pai Marcelo do Caveira
boa tarde meu irmão!!
tudo certo?
sabe me dizer qual é a origem desse axé? quem introduziu, ou em qual família ou nação é rezado na entregar de axé de tambor?

Roger Olanyan
nesse eu discordo! o axé de tambor fala em Ìlú Bata awọ 😉

Alabê Lulú de Aganjú
Sim mano, já peguei casas que tocam essa aqui só partilho o que me foi passado também dentro da escola que fui feito, até queria ter respondido alguns comentários mas tô de cama aqui numa gripe fd...

guilherme
Me desculpa descordar de ti, mas o axé do tambor não é e nunca será esse meu irmão. Esse axé em questão é um axé de candomblé e por sinal é um axexé de egum dentro do ketu. Quem trouxe esse axé p batuque foi mestre Antônio Carlos. O verdadeiro axé do ilú é "Ara batá ô, kabiesy unde ô", se tiver dúvida pode perguntar p qualquer tamboreiro mais antigo meu irmão. Um abraço, teu canal está muito bom !!!

babacristian
hola meu irmao desde argentina, ese Axe se canta en Terreros de egungun en el norte de brasil, pesquiça meu irmao sin ofender, voce esta pasando información sin saber su procedencia....

Erick Wolff8
Boa noite, tem alguma fonte e referência

babacristian
Hola padre... sua bençion

babacristian
si eu teño una conversación con un iniciado, amigo do pai Anderson de oxala de una terrerira de egumgum falando de isso...

 

Link https://www.tiktok.com/@paiandredeagandju/video/7430851407810399494?is_from_webapp=1&sender_device=pc&web_id=7423858665667479045
 

Imagens 




O MISTÉRIO DA CAPA DA OXUM DA MÃE PALMIRA

Estudo de caso.

Roda pela internet uma foto de uma capa que seria da Oxum da mãe Palmira, uma das matriarcas do segmento Kambina do Batuque do Rio Grande do Sul.

Conforme observamos, na foto há uma placa informando que esta seria a capa da Oxum da mãe Palmira, filha de pai Waldemar do Xangô. Quer nos parecer, que se trata de um tecido acetinado e bordado com pedrarias.


Entretanto, informações colhidas durante uma entrevista que realizamos (2023), o informante* afirma que a capa da Oxum da mãe Palmira era confeccionada com organza amarela. E completa que a capa era muito simples.

 (Tecido Organza)  
 
Informamos que durante 22 anos pertencendo à família da mãe Palmira, não tivermos acesso da existência desta capa. 

* a pedido o nome do informante foi preservado, no entanto, poderá ser revelado em caso de estudos científicos.

TIKTOK ERICK WOLFF