terça-feira, 29 de novembro de 2022

O AMALÁ BRANCO

Postado por Paula Gomes Aduke

Em 29/11/2022 acessado às 18:35





Este tradicional Amalá Branco é semelhante ao que o Batuque do RS preservou, veja a seguir:

"Hoje estou inspirada para falar do AMALA BRANCO conhecido na Nigéria como Amala Funfun ou Lafun.
Não é muito comum entre o povo de Oyo comerem este tipo de Amala.
O Amala Funfun ou Lafun é feito da mandica.
A mandioca é descascada, fermentada e submetida à secagem ao sol e moída para obtenção da farinha Lafun.
A farinha é cozinhada em água fervida, sem aquecimento extra, e transformada em uma massa deliciosa.
Pode se comer com vários tipos de molhos e carnes."

 


Link - https://www.facebook.com/paula.gomes.aduke/posts/pfbid0qcKKXLa8XkNF8z5FxthLgp3xrPSvxGVwCYQ4Sc46UU6rdraEk9NDeukGjtz3TE9Al

Postagem relacionada:
https://iledeobokum.blogspot.com/2020/12/amala-de-xango-em-oyo.html

 

 

A REALIDADE BABALAWO OYEKALE

Por Babalawo Ifalolu Akano Olusoji Oyekale

Postado em 21/11/2022 acessado em 29/11/2022 às 18:20



"QUASE TODOS NÓS E IFÁ

O sonho de quase todos iniciados em Ifá, quando saem do seu Itelodú, fazer magias, ter clientes e achamos que ao fazer a iniciação todo o conhecimento de Ifá vai despertar no seu Orí e tudo será baixado em sua mente, como se fosse um download de informações.

 

Mas a verdade é bem diferente disso, antes de fazer a iniciação, tudo parece perfeito, o babalawo te não te ensina porque ainda não é um iniciado, depois da iniciação ele não te ensina porque ainda é um omó ifá e ele já não tem mais tempo para você! Você pergunta e ele não te responde, ele fala inglês e você só sabe o trivial, ele fala Yoruba e você não sabe nada.

 

Antes era um cliente, clientes são bem tratados e depois, agora da família. Se quiser aprender alguma coisa tem que pescar aqui e acolá, se pergunta para outro babalawo ele diz: ah, na minha família não se faz assim, se faz assado! E não te ensina.

 

Saída? Comprar apostilas e livros, que te ensinam tudo: em yoruba, as pronúncias não são iguais as em português. De nada adiantou seu gasto com livros que ensinam Olugbohun, Osole, Iferan, Akose, e outros. Se não sabe como pronunciar os encantamentos, e as ewe (ervas) então? As mais poderosas não se tem por aqui. Quase tudo vai okete e ogemo, que só tem na Africa. Bem, no Brasil estamos formando muitos filhos (awo) sem pai (baba).

 

Aqui trocar de família é como trocar de roupas, pois o pobre do iniciado tenta encontrar um babalawo que o ensine de verdade. Ifá no Brasil infelizmente se tornou uma caixa forte, onde todos que seguem esta linha querem enriquecer fazendo magias mágicas, pois vende se a imagem de que Ifá resolve tudo e dá riqueza para todos, e esta mais uma vez não é a verdade.

 

Por magias mágicas eu entendo que são magias que são vendidas como milagrosas, com se tudo elas resolvessem! Não se ensina o beabá de nada, Por que?
Na Nigeria, berço do ifaísmo, desde cedo o aprendiz mora na casa do babalawo e assim vai aprendendo aos poucos e ao longo dos anos ele se torna apto a realizar todas as magias do panteão.
Mas e aqui? Como somos, na maioria adultos e a iniciação é feita tardiamente, em relação a iorubalandia, nosso tempo para aprender é pequeno, pois temos outras atividades para realizar.
Pagamos a iniciação na esperança de que aprenderemos com nosso Oluwo, tudo que precisarmos, mas a cultura é diferente, pois como não devolvemos nada mais a nosso baba, temos que pagar por cada formula que precisamos, cada magia para aprender tem um preço e muitas das vezes esse preço seca o suor do neófito.
A coisa mais difícil de se fazer é o ebó rirú, e ele é a arma mais potente dentro do universo de magia de Ifá."

 

Link - https://www.facebook.com/100064554171636/posts/499119765583158/?flite=scwspnss

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domingo, 27 de novembro de 2022

ÒRÌṢÀ ÈṢÙ (ẸLẸ́GBÀÁ)

 Por Hérick Lechinski 

Postado em 27/11/2020 acessado as 15:52 h

Esta postagem foi publicada no Facebook, pelo sacerdote Hérick.


"Um ótimo domingo a todos, com as bênçãos do Vòdún Lẹ́gbàá.
Vòdún Lẹ́gbàá é o culto do Òrìṣà Èṣù (Ẹlẹ́gbàá) que foi para o Benim e lá foi re-criado, adquirindo costumes e ritualísticas próprias.
No Brasil, em algumas casas de Candomblé erroneamente utilizam o terno "Léba" ou "Lébara" para se referirem a Pombogira. ISSO É ERRADO.
Que Lẹ́gbàá, Aquele que possui um falo poderoso, nos abençoe.
✒️
Hérick Lechinski
📽️
Cortesia do irmão Vinicius DSerpa

Imagem comprobatória
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TIKTOK ERICK WOLFF