Este artigo é para registros das memorias do Batuque do RS, para que gerações futuras possam pesquisar e estudar a historia Batuqueira.
Este trabalho relata a trajetória do tamboreiro Bruno Silva, conhecido religiosamente como Bruno de Odé.
Este artigo é para registros das memorias do Batuque do RS, para que gerações futuras possam pesquisar e estudar a historia Batuqueira.
Este trabalho relata a trajetória do tamboreiro Bruno Silva, conhecido religiosamente como Bruno de Odé.
Antonio Carlos Pereira
Agora você me fez refletir: não tenho nenhum Bara dentro de casa, pensando bem todos meus santos estão sentos na rua, e fisicamente bem distantes.
Erick Wolff
Boa tarde querido amigo Antônio, qual seria a sua nação e quando se refere a ficarem na rua, eles ficariam onde? E qual local?
Antonio Carlos Pereira
Erick Wolff literalmente ns rua mesmo. Em pé de figueiras, em caminhos pelo interior, em rios, pedreiras, praias....
Erick Wolff
Antonio Carlos Pereira por gentileza poderia informar a sua nação.
Andrew Monteiro
Aqui em Pelotas há um terreiro onde o Bará de dentro de casa fica em uma casinha separada dentro do salão de ritualísticas.
Andrew Monteiro
Visto que mesmo no quarto de santo ele já fica separado dos outros Orixás, faria uma casa só para ele, seguido da casa de Lodê e Avagã.
Erick Wolff
Por gentileza Andrew Monteiro, qual seria a nação desta casa?
E está casinha é igual aquela tradicional que fica no quarto de orixá?
Erick Wolff
Andrew Monteiro grato pela gentileza
Jessica Liares
Eu não entendo muito, mas eu construiria uma casa para ele, e as casa fossem construída em círculo eu colocaria ele dentro do círculo.
Celso Xapanã
No salão festas orixás, até porque teria ter salão festas 🎉
Lya Tarosh
Poderia ser dentro do salão central , ou no pátio na casa dele separada dos demais.
Acho que no jogo poderia se decidir ou dentro de casa , ou em sua casa na rua separado dos outros.
Leandro Dos Santos
Lálùpò me corrija a vontade pai Erick Wolff a escrita mas aquele que abre vem no início após o portão e os Odès (e digo os Odè os guardiões de fora do templo/pátio mesmo não Odé) casa
Carla Rodalles
Casa de Lode e avagã ja é separado !
Nascimento Adriana
Junto ao Exú Lodê!
Exú é Exú tds podem ficar juntos e inclusive c/tds Oguns da casa!
Babalorixá Emanuel d'Oxalá
Bom dia babá, na minha visão, ficaria logo primeiro após as casas dos orixás que são guardiões (Olodê, Avagã, Timboá e Dirã)
Carlos Santos
Como assim? Eu já colocaria todos os Baras na mesma casa na entrada do portão,no astral tds são ofertados nos cruzeiros e encruzilhadas e respondem perfeitamente bem, assim como todos os outros independente de que caminho ou título a essência é a mesma tds os Baras são Baras,tds os Oguns são Oguns e assim por diante 🙏🏼 , quando canta para o Bara Olode a gente cita os outros Baras , não vejo problema dividir espaço, coloca o Olode a frente dos outros e o Bara Agelu mais para os fundos e entre eles Adague e o Lanã
Rudinei Oliveira Borba
a Faria uma casa para por ogun e bara juntos, uma casa para yemoja, ode e ótin juntos, sango, oya, osun e oba juntos, obatala sozinho, sapana e osanha juntos. Eu faria isto...
Léo Agandjú Ïomí
Haja visto que: Lanã é o Bará que responde na porta de entrada do terreiro, Adague meio do terreiro e Ajelú dentro do Peji.
Casa de Lanã na porta da entrada, na metade do salão casa de Adague e no Peji Ajelú.
A pergunta é com os Barás né ?! Assim eu faria se fosse individualizar.
Rodrigo T Shango Ibedje
Oi mano bom dia colocaria lode timboa e avaga na entrada e se fosse em círculo ou roda bara Ogum Iansã sango ode otim ossain oba saponna sango Ibedje osun Ibedje osun iemonja osala ase pupo forte abraço
Alexandre Custodio
O interessante, como já dito pelo Rudinei Oliveira Borba, como ficaria o caso dos orixás que tem assentamento na rua, teriam duas casas!? Haja visto que hoje já possuem uma!!
Alexandre Custodio
O Bara de dentro de casa ficaria com o Orixá regente do templo.
Alexandre Custodio
Andrew Monteiro Na minha casa também usamos assim.
Rodrigo Alagbede
Alexandre Custodio Eu também cultuo assim.
Léo Agandjú Ïomí
Andrew Monteiro É o correto. Pelo menos seria o correto que todos fossem, mas com poucos espaços, etc... Acaba não sendo.
Gabriel Orquera
Andrew Monteiro aqui na Argentina no seu tempo ficava igual... Chamava-se "Bará de serviço"; na raiz de Oyó que chegou aqui... Mais já não olhei...
Rudinei Oliveira Borba
Se for analisar a expressão casa, independente do tamanho, o lode fica numa casa também, mesmo que pequena
Erick Wolff
Iya Peggie Abike respeitosamente, como dissemos, trata-se de uma hipótese, não há intenção de reforma religiosa ou cultural, mas champs a uma reflexão.
Iya Peggie Abike
Erick Wolff ¡Gracias x Responder! Entiendo la Reflexion! Es para los que Recien Comienzan. Omio Babá Ya No Puede Ni Quiere Cambiar Nada. ¡¡¡Solo Mantener lo Existente en estos Tiempos de Crisis Económica y Caos Social! Los Mayores, Vivimos en el Mismo Edificio Que Lo Sagrado...¡Actualmente Nos Cuesta Sostener lo existente! Nunca pensamos que a nuestras Edades Avanzadas Tuviéramos Tanta Pobreza y Miserias Politicas. Creo que en Brasil; Uruguay y Otros Paises Latinoamericanos Estan Igual o Peor. Siempre Es Grato Intercambiar Opiniones.¡¡¡ Lluvia de Bendiciones Los y Nos Acompañen🙏😇🙏
Erick Wolff
Grato Carlos Santos, mais alguém pensa como irmão e Bàbá Carlos e queira contribuir ?
Erick Wolff
Fiquem a vontade dos que forem a favor ou contra de comentarem, queremos ouvir a todos.
Peter McKenzie
In: Hail Orisha!
A Phenomenology of a West African Religion in the Mid-Nineteenth Century, cap,
1, pg. 46. Brill Leinden, New York, Koln, 1997.
Vários dos maiores Òrìsà nacionais também foram associados ao símbolo da cobra, nomeadamente Ògún, Ifá e Èsù. Em Ijaye, em 1855, Charles Phillips, o catequista Egba, conta sobre uma grande reunião no palácio de Àrè Ònà Kakànfò em homenagem a Òrìsà Ògún, o deus da guerra com associações simbolizadas pela cobra:
“Cobras foram trazidas ao palácio por ocasião do festival
Ifá e em homenagem à falecida mãe do
governante, ela mesma uma ‘adoradora de cobras’. As cobras foram colocadas nos braços
e pernas dos dançarinos.
De um metro a um metro e oitenta de comprimento e até
a espessura da coxa, elas eram, no entanto, ‘suaves’ e não atacavam a menos que
estivessem irritados.
Eram agarrados pelo pescoço, guardados em cabaças ou deixado para rastejar no espaço aberto deixado pelos espectadores. ”
Ao relatar o festival de Ifá de Àrè Ònà Kakànfò no ano seguinte, o mesmo catequista confirma esta ligação talvez incomum entre Ògún e o símbolo da cobra.
Phillips fala em conexão com os ritos de sacrifício, do Ògún de Àrè Ònà Kakànfò como "o deus da pedra e do ferro adorado em conjunto com as cobras".
Pensando bem, a associação talvez deva lembrar como, no mito, Ògún finalmente desaparece no solo. A pedra e o ferro, derivados da terra, reforça ainda mais as associações ctônicas de Orisa.'
A ligação com a
cobra surge mais de vinte anos depois em Ondo, num incidente descrito pelo
filho do catequista, ele próprio pároco e depois bispo.
“Um homem e uma mulher, escreveu ele, trouxeram várias cobras de Ilé-Ifé que estão ‘exibindo pela cidade como o deus Ogun; abençoando o povo em seu nome’. Eles parecem ter despertado alguma oposição e foram aconselhados por um chefe, o Lìsá, a deixar a cidade."
Por fim, embora
fora do nosso período, cabe mencionar a aparição de Ògún como um deus cobra em Ogbomoso
em 1891. Iliffe chamou a atenção para um incidente em que o catequista de lá:
F.L. Akiele se depara com uma mulher sentada à beira do caminho com seu deus
cobra, Òrìsà Ògún (Iliffe,
1984, 53).